quinta-feira, 27 de março de 2014

Whey Protein: vilão ou mocinho? Veja dicas de especialistas

Suplemento pode sobrecarregar os rins e, dependendo da marca, até engordar. Mas tem benefícios: dá sensação de saciedade e repõe fibras musculares


Uso sem orientação médica pode sobrecarregar os rins e até mesmo trazer quilos a mais Foto: Getty Images

Uso sem orientação médica pode sobrecarregar os rins e até mesmo trazer quilos a mais

Manter ou aumentar a massa magra, melhorar o desempenho físico e reduzir a gordura corporal são alguns dos atrativos relacionados ao uso do Whey Protein, usado especialmente por quem frequenta a academia e vive em busca da boa forma.
A substância de fato tem seus benefícios, mas o uso indiscriminado pode causar o efeito inverso – trazendo o ganho de peso – ou comprometer as funções renais. Além disso, a procedência do produto pode enganar.
No último dia 19, a Anvisa proibiu a distribuição e a comercialização de dois lotes da marca 100% Whey Protein Top Fuel. O caso não é isolado e já ocorreu outras vezes, como no último mês de janeiro, quando 25 marcas foram avaliadas pelo órgão, após denúncias de irregularidades, e 20 lotes foram retirados do mercado.
E como nem sempre ler o rótulo é algo simples para o consumidor, o melhor caminho é a orientação de um profissional antes de incluir um produto deste tipo na rotina. Assim como tudo que é relacionado à alimentação exige equilíbrio, a substância, quando bem utilizada, pode trazer benefícios de acordo com as profissionais ouvidos pelo.
Segundo a nutricionista funcional Luciana Harfenist, o Whey Protein não é como os famosos shakes. “Ele é aprovado, pesquisado e existem pesquisas com resultados positivos”. No entanto, ela ressalta que trata-se de um suplemento, por isso, só é prescrito quando há necessidade. “Sem orientação médica, a pessoa vai acabar tomando errado. Já vi pacientes chegando com pote no consultório que tinha farinha de trigo na composição”, afirma, ressaltando que um nutricionista tem conhecimento técnico para analisar certificações para garantir a segurança do paciente.
Sandra da Silva Maria, nutricionista da Clínica Gastro Obeso Center, reforça a importância da orientação. “Não se deve adquirir nenhum suplemento com orientação de amigo ou até mesmo educador físico”, pontua.
Apesar das recomendações, o Whey Protein é considerado um alimento, e por isso não exige prescrição médica – ou seja, qualquer pessoa pode comprar, segundo explica Geórgia Bachi, autora do livro Whey Protein – Os Benefícios do Soro do Leite para a sua Saúde, da Matrix Editora. “No entanto, assim como os demais alimentos, é interessante uma nutricionista calcular as quantidades necessárias para cada pessoa”, observa. 
Segundo a especialista, o Whey Protein nada mais é do que o nome em inglês dado a proteína do soro do leite. “A maioria das pessoas provavelmente está fazendo uso do Whey Protein desde a sua infância, pois é aproximadamente 20% da proteína encontrada no leite de vaca. Porém, em quantidades significativas para a saúde, essa proteína só é encontrada nos suplementos alimentares desenvolvidos em laboratórios, pois a purificação realizada pelas indústrias tem como intenção obter a proteína potencialmente pura, formando um produto de superior e efetiva qualidade”, defende.
No último dia 19, a Anvisa proibiu a distribuição e a comercialização de dois lotes da marca 100% Whey Protein Top Fue Foto: Getty Images
No último dia 19, a Anvisa proibiu a distribuição e a comercialização de dois lotes da marca 100% Whey Protein Top Fue

Por ser um suplemento, ele traz uma dose a mais de proteína para o corpo e, com isso, quando usado sem critério, pode acabar sobrecarregando os rins, que têm que trabalhar mais do que o normal.
Outro efeito colateral é o excesso de sódio, dependendo da marca, e até mesmo o ganho de peso. “Uma nutricionista pode  realmente  avaliar a necessidade dessa suplementação, saberá o horário ideal para administração e o tipo de proteína que é mais eficaz ao tipo de treinamento ou necessidade, assim como as quantidades ideais para cada organismo”, explica Sandra.
Benefícios 
Sozinho, o Whey Protein não faz milagre. Mas o equilíbrio entre alimentação saudável e regrada, atividade física e suplementação nas doses e horários certos podem sim trazer bons resultados, de acordo com as especialistas.
Sandra afirma que a substância tem a função estrutural e repõe fibras musculares, enquanto Luciana cita que o seu uso vai além do ganho ou manutenção da massa magra. “Ele tem outras funcionalidades interessantes na prática clínica. Ajuda a regular a glicemia, na recuperação de paciente oncológico, quadros de desnutrição e em casos de pré e pós-cirúrgico, além de auxiliar a parte imunológica. Para mulheres na menopausa, que acabam perdendo massa muscular, também é indicado”, lista.   
A nutricionista também afirma que este tipo de suplemento é aliado na luta contra a obesidade, já que traz a sensação de saciedade.
Alimento ou suplemento?
Para aqueles que têm o hábito de substituir uma alimentação por suplementos, vale o alerta. “Os alimentos sempre serão mais importantes que a suplementação. O suplemento deverá ser visto como um complemento, para períodos em que teremos dificuldade de nos alimentar corretamente”, afirma Geórgia.
Ela reforça que o objetivo da substância é nutrir de forma dinâmica e eficaz. “Será interessante utilizarmos em períodos em que nosso corpo precisa repor rapidamente os nutrientes, como por exemplo, no pós-treino ou como opção de desjejum quando acordamos. Se a alimentação já contiver uma boa fonte proteica, como: frango, ovo, gado, soja, peixe, etc,  não será necessário adicioná-lo nesse mesmo horário. Poderá, também, entrar como opção de lanche no meio da manhã ou da tarde, horários em que não temos hábito de consumir proteína”, afirma.  
Tudo vai depender da necessidade da pessoa, explica Sandra. “Se for uma pessoa que está com um treino de hipertrofia, além da alimentação é necessário a suplementação do Whey, pois para essa finalidade necessitamos de aminoácidos importantes para auxiliar na recuperação da fibra muscular após o treino”, indica.​
Luciana reforça, explicando que dependendo do desempenho físico da pessoa não é possível suprir o organismo com a quantidade de proteína exigida só por meio da alimentação. “Por exemplo, um homem de 1,80m que começar a treinar pesado, vai precisar de uma média de 4 mil calorias. É difícil ingerir isso em comida”, explica.
No entanto, ela também é enfática com relação às substituições. “Nunca use o Whey no lugar de refeição, sou totalmente contra. Precisamos comer, mastigar, morder. Mas ele pode entrar em casos extremos. Exemplo: você vai viajar e não vai ter tempo de comer, então no lugar de um pão de queijo é melhor tomar o Whey. Mas o ideal é se alimentar bem o dia inteiro.”
Recomendações gerais 
Rótulos de alimentos nem sempre são facilmente digeridos, por isso, vale prestar atenção em algumas dicas para evitar dúvidas na hora da compra. Em primeiro lugar, é preciso verificar se o produto possui o registro nacional da Anvisa, que, segundo Geórgia, indica a garantia da qualidade do produto.
Ela também lista outros pontos a serem observados. “É importante que um produto denominado Whey Protein contenha no rótulo ao menos 20 gramas de proteína para cada 30g de produto. O problema desse último lote aprendido foi justamente não colocarem o valor correto no rótulo. Infelizmente corremos esse risco de prática desleal com qualquer produto”, reforça.
Segundo Luciana, muitas pessoas ficam cegas com as embalagens que trazem músculos enormes, e acabam errando a mão na compra e na dosagem. “As pessoas às vezes gastam uma fortuna porque existe todo um comércio por trás, com a indústria do fitness e os perfis do Instagram indicando suplementos. Muitas vezes o paciente chega ao consultório com produtos americanos, que têm substâncias proibidas no Brasil. Acabam não tendo um resultado. Não basta tomar Whey, tem que fazer a coisa certa o tempo todo. O grande segredo é alimentação balanceada e individualizada.”
Ela recomenda os produtos que não tragam corantes e nem glúten, reforçando que quanto menos aditivos, melhor. A quantidade de carboidrato também deve girar entre 48mg e 53mg a cada porção de 30 g, segundo a especialista.
Luciana reforça, ainda, a importância da disciplina nos exercícios físicos para quem que ver resultados. “O Whey não vai fazer milagre se você não malhar. É preciso ter sinergia entre alimentação e trabalho físico.”

Pegadinha: homem com calça de ginástica engana babões descarados

Rapaz veste roupa feminina justinha e surpreende homens que encaram seu traseiro


Na pegadinha que você vai assistir a seguir, o rapaz que arma a brincadeira resolve usar uma calça de ginástica bem justinha e fica com o traseiro para cima enquanto mexe no porta-malas de um carro.  Vários homens passam pela “paisagem” admirando a vista, e a maioria nem se dá conta de que o belo bumbum que está ali dando sopa não é de uma moça, mas sim de um marmanjo cara de pau. Confira:
                                                             Segundo Yousef Erakat, o rapaz que preparou a pegadinha, ele teve a ideia de fazer a brincadeira depois de ouvir uma amiga reclamar sobre a maneira como os homens olhavam para seu traseiro toda vez que ela usava calça de ginástica. Assim, para conferir como é que as mulheres se sentem quando usam roupas mais justinhas e são encaradas — descaradamente — pelos rapazes, Yousef decidiu vestir uma dessas vestimentas e enganar quem anda por aí babando nos bumbuns alheios.
Como você viu, Yousef inclusive provoca os babões, convidando os atrevidos a fotografar, tocar, dar tapinhas e até conferir melhor seu traseiro. E você, leitor, o que achou da pegadinha? Você acha que cairia na brincadeira?

MUITO ENGRAÇADO...


Dica: vá no banheiro antes de pular na piscina!!!

VIDEOS MAIS IDIOTAS DO MUNDO


TEM GENTE QUE ACHA, QUE MOTO É BRINQUEDO!!!

Os vídeos mais idiotas do mundo

Recebi dois comentários bem grossinhos sobre esse vídeo…
Será que é das participantes??????
Hmmm.. se for… um beijo pra vcs, gracinhas!



Papa recebe Obama no Vaticano

Esse é o primeiro encontro do presidente americano com o pontífice


Obama durante seu primeiro encontro com o Papa Francisco, nesta quinta-feira, 27 de março Foto: AP
Obama durante seu primeiro encontro com o Papa Francisco, nesta quinta-feira, 27 de março







"Sou um grande admirador", disse Obama, em inglês, ao papa no início do encontro.Opapa Francisco recebeu nesta quinta-feira no palácio apostólico o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, no primeiro encontro privado entre os dois líderes desde a eleição do pontífice há um ano.
O primeiro papa da América recebeu de pé, na entrada de sua biblioteca privada e com uma certa formalidade, o presidente americano, que sorria e parecia emocionado ao encontrar Francisco.

Em seguida, dois tradutores, um religioso e uma mulher com uma pequena manta, entraram para participar no encontro, que acontece no escritório papal, com os dois sentados um de frente para o outro.​"Welcome, mister president" (Bem-vindo, senhor presidente), disse o papa em inglês, idioma que não costuma falar.
Em sua primeira visita ao Vaticano, Obama foi recebido no pátio de São Damásio, onde era esperado pelo prefeito da casa pontifícia, o bispo Georg Gänswein, também secretário de Bento XVI, o papa emérito que renunciou ao cargo em 2013.
Obama disse em uma entrevista ao jornal italiano Il Corriere della Sera que estava "muito agradecido" pela disposição do papa a recebê-lo no Vaticano.



"Welcome, mister president" (Bem-vindo, senhor presidente), disse Fracisco em inglês Foto: AP
"Welcome, mister president" (Bem-vindo, senhor presidente), disse Fracisco em inglês.

"O papa nos desafia. Implora que recordemos das pessoas, das famílias, dos pobres. Nos convida a parar e a refletir sobre a dignidade do homem", disse Obama.
"Venho a Roma para ouvi-lo", completou o presidente americano, antes de ressaltar que "o pensamento" do pontífice é "precioso para compreender como podemos vencer o desafio de combater a pobreza extrema e a desigualdade na distribuição de renda".
Roma foi literalmente blindada para a chegada de Obama, que permanecerá 40 horas na Cidade Eterna.
O presidente americano também se reunirá nesta quinta-feira com o presidente da República italiana, Giorgio Napolitano, e com o primeiro-ministro, Matteo Renzi.
Durante a tarde visitará o emblemático Coliseu, fechado ao público para a ocasião.

Projeto estimula contato e aproxima pais e bebês após UTI

Hospital carioca usa ataduras e iniciativa “canguru” para aproximar os pais de recém-nascidos que estiveram na UTI

Há 15 dias, Carlos Vinícius da Silva, pai de Heitor, participa do projeto Pai Canguru do Hospital Estadual Rocha Faria, em Campo Grande, no Rio de Janeiro Foto: Mauro Pimentel / Terra
Há 15 dias, Carlos Vinícius da Silva, pai de Heitor, participa do projeto Pai Canguru do Hospital Estadual Rocha Faria, em Campo Grande, no Rio de Janeiro

Depois de nove meses de espera, o momento mais aguardado para os pais é aquele no qual eles podem conhecer o rosto de seus filhos, tocar e entrar em contato com aquela criança que esteve protegida na barriga da mãe durante toda a gestação. Para muitos pais, esse é o momento no qual começa a se criar o vínculo com o recém-nascido. Para outros, a experiência acaba sendo adiada.
Algumas crianças precisam de cuidados especiais logo depois que nascem. Seja por problemas de saúde, no parto, na gestação. Para se recuperarem e irem bem para casa, alguns bebês precisam passar um tempo pela UTI do hospital. E nesse momento, não é possível um contato muito próximo com os pais. Por problemas no parto, o filho de Carlos Vinícius da Silva, Heitor, precisou ir para a UTI Neonatal do Hospital Estadual Rocha Faria, em Campo Grande, no Rio de Janeiro, logo após o nascimento.
Ainda na incubadora, Carlos foi incentivado pela enfermeira a ter mais contato com o filho. “Só pude tocá-lo com a incubadora. Ela dizia que era importante. Eu não acreditava muito que faria diferença para ele tão pequenininho, mas eu notava que cada dia que eu passava lá, ele melhorava um pouco”, afirma. Quando o filho foi transferido para a Unidade Intermediária, Carlos foi convidado a participar de um projeto especial do hospital: o Pai Canguru. Com isso, passou a fazer mais visitas ao hospital e ter um contato maior com o neném.
O Pai Canguru consiste em um contato pele a pele entre o recém-nascido e o pai. Por pelo menos 15 minutos diários, os dois ficam próximos, unidos com ataduras, e recuperam o “tempo perdido” pelo afastamento da UTI. “É muito emocionante, chorei igual criança”, relembra Carlos sobre o primeiro dia da aproximação. “Não parece que é muita coisa, mas a criança sente. Ela responde aos estímulos. Eu acariciava, tocava nele, conversava com ele e falava ‘vai ficar tudo certo!’ e ele respondia com um sorriso”, completa.
A coordenadora da UTI e UI do Hospital Estadual Rocha Faria, Angelica Svaiter, diz que um dos objetivos do projeto é “fazer uma família”. Com um número maior de partos de adolescentes, ela acha importante aproximar o pai de todo o processo e passar para a mãe o sentimento de amparo. “O Ministério da Saúde preconiza sempre o vínculo afetivo entre mãe e filho, e faz um tempo que a gente vem preconizando a família. Como a cada dia mais temos partos de gestantes adolescentes, e as meninas ficam sozinhas, a gente conseguiu agregar o pai. A gente faz uma família”, explica. Mas o processo é importante para as mães de todas as idades, não apenas para as mais jovens. “A mãe se sente apoiada e o pai passa a vivenciar o momento. E quando você começa a fazer essa integração dentro de uma unidade hospitalar, já se cria o vínculo”, completa. Segundo Svaiter, com o projeto, o bebê apresenta uma evolução melhor, uma recuperação mais rápida e o ganho de peso é mais notado. Pai participante da iniciativa, Carlos concorda. “Você vê melhora no seu filho. Quando você vai pegá-lo de novo, sente que ele está melhor. Ele te olha com mais confiança, sabe que vai ficar tudo bem”, se emociona. 
Pai participante do projeto Pai Canguru, Carlos Vinícus da Silva tem um maior contato com o filho, Heitor, enquanto a criança está na Unidade Intermediária do hospital  Foto: Mauro Pimentel / Terra
Pai participante do projeto Pai Canguru, Carlos Vinícus da Silva tem um maior contato com o filho, Heitor, enquanto a criança está na Unidade Intermediária do hospital 

Para participar do Pai Canguru, os bebês precisam apresentar boas condições de saúde. Não podem estar em uso de oxigênio ou punção venosa, apenas com acesso venoso de tratamento. A criança precisa também estar sendo alimentada pela via oral e sem distúrbios respiratórios. Inicialmente o contato é feito por 15 minutos, mas esse tempo pode aumentar para meia hora e ser intercalado com a mãe. É preciso ver a reação da criança e quanto tempo ela suporta. O trabalho é realizado e acompanhado de perto pela equipe multidisciplinar do hospital, e acontece desde o segundo semestre de 2013. Há 15 dias no projeto, Carlos já fica com o filho inclusive para acalmá-lo antes da amamentação, com o apoio da mãe, que precisou passar um tempo no CTI logo após o parto. “É uma gratificação muito grande”, afirma. Segundo a coordenadora da UTI, o pai se sente acolhido pelo projeto e é um “ganho familiar”.
Pai de uma menina, Cecília, o paranaense André Freitas não teve o mesmo contato com a filha após o nascimento. Por alguns problemas de saúde, Cecília precisou passar um tempo na UTI após o parto, em um hospital do Paraná, e Freitas reclama da falta de acesso à filha e informações sobre o estado da criança. “O período que ela ficou na UTI foi triste, e também pode-se dizer revoltante. Não sabíamos de quase nada. A aproximação praticamente não existiu. Se não me engano, podíamos ver ela uma vez por dia, praticamente sem contato”, relembra. Freitas reclama da falta de informação e de humanização do momento da filha, e acredita que projetos como o Pai Canguru podem ajudar a fortalecer o vínculo. “Se tivesse a oportunidade, participaria”, afirma.
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Angelica Svaiter aposta no valor que a humanização do parto e dos momentos que se seguem podem trazer à vida da criança. “Eu faço UTI há 24 anos, neste mesmo serviço. Você vê diferentes evoluções. Mas a gente sente que quando essa criança tem o apoio familiar, o desenvolvimento dela, o metabolismo é acelerado. Não é um trabalho de literatura, é um trabalho de observação. E nessas observações você vê que as crianças evoluem”, diz.
O hospital fica em uma área da zona oeste do Rio de Janeiro que atende famílias com menor poder aquisitivo. Segundo a profissional, a humanização da gestação e do parto dá mais suporte para as famílias de baixa renda, que se sentem mais acolhidas. Os pais são convidados a participarem na hora do parto, quando este é normal, e podem ficar com as mães no alojamento conjunto. “É um projeto pequenininho, começando. Mas se cada um de nós fizer um pouquinho, a população fica mais bem assistida. São muitas doenças por falta de apoio e carinho”, afirma Svaiter.